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Mostrando postagens de setembro, 2026

Animais Sagrados - O Corvo

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  O Corvo ℗ DIREITOS PRESERVADOS DA LETRA MUSICAL     Corvo negro sobre as colinas, Tu clamas através da névoa. A sombra da memória em tuas asas, O segredo da noite em tua voz.   [Verso] Oh! Brighid, escuta o corvo, Mensageiro entre dois mundos. Ele traz uma palavra da escuridão, Uma luz oculta para o coração.   [Refrão] Corvo sagrado, voa alto, Sobre o fogo de Brighid. Dá-me visão, dá-me o segredo, Dá-me a voz dos ancestrais.   Na sombra há sabedoria, No vento há um chamado. Com Brighid como chama, A alma não tem medo. A União da Sombra (Corvo) com a Luz (Brighid) Embora o corvo seja mais frequentemente associado a deusas da guerra e do destino como Morrigan , a integração dele com Brighid nesta canção revela um ensinamento espiritual:  O "mensageiro da escuridão" que traz a "luz oculta para o coração". O fogo de Brighid não expulsa a sombra; ele a ilumina para que a sabedoria contida nela possa ser compreendida. ℗  DIREITOS PRESERVADOS DA LETR...

Invocação da Deusa

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Invocação à Auratha – A Que Vela o Centro   Auratha, que vela o centro oculto, Tu que pulsa no silêncio entre as estrelas, Tu que guarda o segredo no ventre da espiral, Eu te invoco com reverência e escuta.   Que tua luz interna me revele o que não se vê, Que tua espiral me conduza ao núcleo da origem, Que tua pedra me firme, tua sombra me ensine, E teu sopro me alinhe ao ritmo do cosmos.   Mãe mitocondrial, centelha da linhagem eterna, Tu que acende o fogo no coração da célula, Tu que transmite memória através do tempo, Desperta em mim o saber que não se escreve.   Que o círculo se feche e se abra em teu nome, Que o véu se dissolva diante da tua presença, Que o centro me revele o segredo.   Auratha, guardiã do mistério, Eu sou tua filha, tua chama, tua espiral. Assim seja! Direitos Preservados _ORIGINAL_ CANTINHO DE BRIGHID O´DARRAGH   

Brighid - Fragmentos

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  Um mundo aberto aos reinos fechados de Brighid. Fragmentos do livro em Produção...  BRIGHID  O CAMINHO DA DEUSA Suas vestes de árvores faias recobrem seus seios que nutriu por centenas de anos, homens de tão severas formas nas quais mutilaram-na. As minas que fora explorada secaram-nas, mas teimosamente ela se entroniza, percorre por entre os lençóis de água que correm nas profundezas de suas veias. Caminha aos densos gêiseres e recria a sua própria cura, oferece dela o milagre, abençoa as mãos que se estendem e libertam de suas prisões imaginárias, das suas ingenuidades, de seus mundos de dores, aflições e medos. Cultuada por milhões de anos com a sua verdadeira face, a face oculta que ficou cravada na pedra onde foi colocado em seu lugar a cruz céltica. Diante de uma nova sociedade culminada pela política, uma nova e imposta religião. A religião livre tornara-se cultos profanos e os alces com os seus enormes chifres deixaram de ser o habitante da ilha antiga, trocado ...